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Quaisquer soluções e/ou desenvolvimento de aplicações pessoais, ou da empresa, que não constem neste Blog podem ser tratados como consultoria freelance.

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Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013 - Índice de Desenvolvimento Humano Municipal






  1. 180 Indicadores socioeconômicos;
  2. Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) dos 5.565 municípios brasileiros;
  3. Dados de 1991, 2000 e 2010;
  1. Temas abordados: demografia, saúde, trabalho, renda, educação, habitação, vulnerabilidade social;
  2. Perfil municipal: retrato resumido de cada município brasileiro;
  3. Ferramenta simples e amigável de disponibilização de informações.
Todos podemos compreender melhor o mercado onde atuamos, independente de qual seja, se conseguirmos perceber como este mantém-se inserido no nosso cenário sócio-econômico.

Como desenvolvedores, podemos transcender as análises e relatórios que desenvolvemos, ampliando o olhar dos nossos gestores com as condições que nos cercam.

Analisar dados externos, complementando informações internas está ligado a inteligência desenvolvida nas empresas.

O Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013 é uma plataforma de consulta ao Índice de Desenvolvimento Humano MunicipalIDHM – de 5.565 municípios brasileiros, e a mais de 180 indicadores de população, educação, habitação, saúde, trabalho, renda e vulnerabilidade, com dados extraídos dos Censos Demográficos de 1991, 2000 e 2010.

Será que estes dados não podem, ou devem, ser inseridos em suas análises pessoais, ao efetuarmos análises? Certamente. Perceba a enormidade de dados contidas neste repositório pronto para uso:

- Dados de 5.565 municípios brasileiros;

- 180 Indicadores de População sobre:

Educação
Habitação
Saúde
Trabalho
Renda e
Vulnerabilidade

- Dados extraídos dos Censos de 1991, 2000 e 2010.

Desenvolvido como uma ferramenta de disponibilização de informações, o Atlas Brasil 2013 facilita o manuseio de dados e estimula análises. A ferramenta oferece um panorama do desenvolvimento humano dos municípios e a desigualdade entre eles em vários aspectos do bem-estar.

consegue avaliar a relevância deste no que diz respeito a sua capacidade de fornecer informações sobre a unidade político--administrativa mais próxima do cotidiano dos cidadãos: o município?

PenseOs municípios brasileiros são peças importantes de um complexo mosaico, com inúmeros desafios, mas também enormes oportunidades.

São mais de 5 mil territórios férteis em criatividade e experiências na busca por soluções inovadoras para o desenvolvimento local.

Ao proporcionar um olhar mais próximo sobre os municípios brasileiros, o Atlas Brasil 2013 orienta caminhos e provoca a reflexão sobre os rumos do desenvolvimento humano no país.

O objetivo da criação do Índice de Desenvolvimento Humano foi o de oferecer um contraponto a outro indicador muito utilizado, o Produto Interno Bruto (PIB) per capita, que considera apenas a dimensão econômica do desenvolvimento. Criado por Mahbub ul Haq com a colaboração do economista indiano Amartya Sen, ganhador do Prêmio Nobel de Economia de 1998, o IDH pretende ser uma medida geral, sintética, do desenvolvimento humano. Apesar de ampliar a perspectiva sobre o desenvolvimento humano, o IDH não abrange todos os aspectos de desenvolvimento e não é uma representação da "felicidade" das pessoas, nem indica "o melhor lugar no mundo para se viver". 

Democracia, participação, equidade, sustentabilidade são outros dos muitos aspectos do desenvolvimento humano que não são contemplados no IDH. O IDH tem o grande mérito de sintetizar a compreensão do tema e ampliar e fomentar o debate.

Desde 2010, quando o Relatório de Desenvolvimento Humano completou 20 anos, novas metodologias foram incorporadas para o cálculo do IDH  Atualmente, os três pilares que constituem o IDH (saúde, educação e renda) são mensurados da seguinte forma:

Uma vida longa e saudável (saúde) é medida pela expectativa de vida;

O acesso ao conhecimento (educação) é medido por: i) média de anos de educação de adultos, que é o número médio de anos de educação recebidos durante a vida por pessoas a partir de 25 anos; e ii) a expectativa de anos de escolaridade para crianças na idade de iniciar a vida escolar, que é o número total de anos de escolaridade que um criança na idade de iniciar a vida escolar pode esperar receber se os padrões prevalecentes de taxas de matrículas específicas por idade permanecerem os mesmos durante a vida da criança;

E o padrão de vida (renda) é medido pela Renda Nacional Bruta (RNB) per capita expressa em poder de paridade de compra (PPP) constante, em dólar, tendo 2005 como ano de referência.

Publicado pela primeira vez em 1990, o índice é calculado anualmente. Desde 2010, sua série histórica é recalculada devido ao movimento de entrada e saída de países e às adaptações metodológicas, o que possibilita uma análise de tendências. Aos poucos, o IDH tornou-se referência mundial. É um índice-chave dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio das Nações Unidas e, no Brasil, tem sido utilizado pelo governo federal e por administrações regionais através do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M).

O IDH-M é um ajuste metodológico ao IDH Global, e foi publicado em 1998 (a partir dos dados do Censo de 1970, 1980, 1991) e em 2003 (a partir dos dados do Censo de 2000). O indicador pode ser consultado nas respectivas edições do Atlas do Desenvolvimento Humano do Brasil, que compreende um banco de dados eletrônico com informações socioeconômicas sobre todos os municípios e estados do país e Distrito Federal. 

Indicadores complementares de desenvolvimento humano (IDHIDHAD, IPM e IDG)

Índice de Desenvolvimento Humano Ajustado à Desigualdade (IDHAD)

O IDH é uma medida média das conquistas de desenvolvimento humano básico em um país. Como todas as médias, o IDH mascara a desigualdade na distribuição do desenvolvimento humano entre a população no nível de país. O IDH 2010 introduziu o IDH Ajustado à Desigualdade (IDHAD), que leva em consideração a desigualdade em todas as três dimensões do IDH "descontando" o valor médio de cada dimensão de acordo com seu nível de desigualdade.

Com a introdução do IDHAD, o IDH tradicional pode ser visto como um índice de desenvolvimento humano "potencial" e o IDHAD como um índice do desenvolvimento humano "real". A "perda" no desenvolvimento humano potencial devido à desigualdade é dada pela diferença entre o IDH e o IDHAD e pode ser expressa por um percentual.

Índice de Desigualdade de Gênero (IDG)

O Índice de Desigualdade de Gênero (IDG) reflete desigualdades com base no gênero em três dimensões – saúde reprodutiva, autonomia e atividade econômica. 

A saúde reprodutiva é medida pelas taxas de mortalidade materna e de fertilidade entre as adolescentes; 

A autonomia é medida pela proporção de assentos parlamentares ocupados por cada gênero e a obtenção de educação secundária ou superior por cada gênero; e 

A atividade econômica é medida pela taxa de participação no mercado de trabalho para cada gênero.

O IDG substitui os anteriores Índice de Desenvolvimento relacionado ao Gênero e Índice de Autonomia de Gênero. Ele mostra a perda no desenvolvimento humano devido à desigualdade entre as conquistas femininas e masculinas nas três dimensões do IDG.

Índice de Pobreza Multidimensional (IPM)

O IDH 2010 introduziu o Índice de Pobreza Multidimensional (IPM), que identifica privações múltiplas em educação, saúde e padrão de vida nos mesmos domicílios. As dimensões de educação e saúde se baseiam em dois indicadores cada, enquanto a dimensão do padrão de vida se baseia em seis indicadores. Todos os indicadores necessários para elaborar o IPM para um domicílio são obtidos pela mesma pesquisa domiciliar.

Os indicadores são ponderados e os níveis de privação são computados para cada domicílio na pesquisa. Um corte de 33,3%, que equivale a um terço dos indicadores ponderados, é usado para distinguir entre os pobres e os não pobres. Se o nível de privação domiciliar for 33,3% ou maior, esse domicílio (e todos nele) é multidimensionalmente pobre. Os domicílios com um nível de privação maior que ou igual a 20%, mas menor que 33,3%, são vulneráveis ou estão em risco de se tornarem multidimensionalmente pobres.

O IPM é um indicador complementar de acompanhamento do desenvolvimento humano e tem como objetivo acompanhar a pobreza que vai além da pobreza de renda, medida pelo percentual da população que vive abaixo de PPP US$1,25 por dia. Ela mostra que a pobreza de renda relata apenas uma parte da história.



O IDHM do Brasil cresceu 47,5% entre 1991 e 2010, segundo o "Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013", divulgado nesta segunda-feira (29/07/13). O IDHM mais elevado é o de São Caetano (SP), e os municípios que tiveram maior evolução no quesito "renda" são das regiões Norte e Nordeste.

A classificação do IDHM geral do Brasil mudou de "muito baixo" (0,493), em 1991 para "alto desenvolvimento humano" (0,727), em 2010. Em 2000, o IDHM geral do Brasil era 0,612, considerado "médio".

Por exemplo, das 19 cidades que compõem a Região Metropolitana de Campinas (RMC), dez constam no ranking dos 100 municípios brasileiros com melhor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM). O IDHM tem como objetivo medir o nível de desenvolvimento humano de determinada região e varia de 0 a 1: quanto mais próximo de zero, pior o desenvolvimento humano; quanto mais próximo de um, melhor.

Das 19 cidades da RMC, quatro apresentam pontuação superior a 0,8 e, portanto, tem o nível de desenvolvimento humano classificado como "muito alto". São elas: Valinhos (0,819), Vinhedo (0,817), Americana (0,811) e Campinas (0,805).





Referências: METROPNUDG1

Tags: Atlas do Desenvolvimento Humano, Brasil, Brazil, ADH, IDHM, Censo, Censo Demográfico, Atlas Brasil 2013, Produto Interno Bruto, PIB, per capita,Mahbub ul Haq, Amartya Sen, Renda Nacional Bruta, RNB, IDH-M,IDH, IDHAD, IPM, IDG,IPM, 




Office Tips: Kits de exemplos de Aplicações OBA - OBA Sample Application Kits


Se estiver em busca de orientações sobre como integrar o SAP e/ou o PeopleSoft com os seus aplicativos Office conheça os Kits de exemplos de Aplicações OBA para começar. Esses kits oferecem uma boa documentação e códigos fonte para ajudá-lo a aprender rapidamente.

Os kits incluem:

1. O código fonte OBA para aplicação end-to-end;

2. Guia de instalação;

3. Solução passo a passo, e

4. Visão geral com a documento  técnica.

Trecho de Livro


Chapter 4: Integrating Web Services into Your Office Business Applications

Chapter 7: Managing Complex Business Processes with Custom SharePoint Workflow

Videos



Artigos

Introdução ao Office Business Applications (Parte 1 de 2)

Introdução ao Office Business Applications (Parte 2 de 2)

Criando aplicativos comerciais do Office utilizando o Excel Services e formatos XML abertos

Desenvolvendo aplicativos comerciais de escritório com o Visual Studio 2008

A integração do Office Outlook 2007 e o PeopleSoft usando Visual Studio Tools for Office

OBA - Padrões de solução no mundo real


Referências: MSDN

Tags: OBA, oba central, oba contest, OBA Office, Oracle, OBA Office, solutions framework, developer platform, interactive, WPF, map, OnRamp, collaboration, development,  PeopleSoft, SAP, 



Arquitetura da Informação - Information Architecture







A Arquitetura da informação (AI) é a arte de expressar um modelo ou conceito de informação utilizados em atividades que exigem detalhes explícitos de sistemas complexos. Entre essas atividades estão sistemas de biblioteca, sistemas de gerenciamento de conteúdo. desenvolvimento web, interações de usuários, desenvolvimento de banco de dados, programação, artigos técnicos, arquitetura corporativa e de design de software de sistema crítico. 

Arquitetura da informação tem um significado um pouco diferente nestas diferentes ramificações de arquitetura de SI ou TI. 

A maioria das definições possuem qualidades comuns

Um design estrutural de ambientes compartilhados,

Métodos de organização e etiquetagem de sites web, 

Intranets e comunidades online, e meios de trazer os princípios de design e arquitetura para a paisagem digital



Qual a função do arquiteto de informação?
Seu trabalho consiste em criar uma organização própria pautado em sua vivencia pessoal e profissional para um conjunto de informações de um determinado site. Também é função deste profissional planejar as distribuições das informações dentro do site e determinar a forma e conteúdo destas informações.

Como é a arquitetura de informação no Brasil?
Esta é uma área ainda muito nova e por isso falta consenso sobre o exercicio profissional e sua realocação na equipe. Tornando a prática da arquitetura da informação algo muitas vezes desgastante para o profissional. Para aqueles que gostam de desafios a profissão tem muito a oferecer.

Qual a principal dificuldade da Arquitetura de Informação?
É consenso que a principal dificuldade está na pouca orientação sobre práticas de arquitetura de informação bem como a ausência de métodos para prática da profissão de forma consensual. Isso significa afirmar que cada arquiteto deve encontrar e criar sua própria metodologia com base na própria vivencia e através de estudos autodidatas.

Existe um esforço no sentido de criar consenso sobre quais metodologias produzem melhor resultado,gerando certo padrão de métodos na Arquitetura de informação. No entanto, a natureza da atividade é essencialmente autodidata.

Qual a formação é necessária para um Arquiteto de informação?
Em geral este profissional precisa de múltiplos conhecimentos que incluem a noção de neurociência,comportamento social, psicologia de consumo, entre outros. Embora o conhecimento seja muito importante,arquitetura de informação é também uma forma de raciocínio e postura profissional. Neste caso o conteúdo é apenas uma parte das exigências profissionais. Possuir uma postura mediadora, criativa, comunicativa e colaborativa é fundamental no exercício profissional.

Qual a capacitação ou perfil esperado na profissão de arquiteto de informação?
O profissional em Arquitetura de Informação devido a natureza das atividades profissionais precisa ser uma pessoa capaz de enfrentar e assumir riscos, ter um comportamento autodidata, ser criativo e comunicativo,possuir uma postura mediadora e científica no sentido de fundamentar e organizar argumentos e ações de formalógica / racional.

Existe diferença entre formação e capacitação?
Sim existe. Geralmente a formação diz respeito ao conteúdo que o profissional possui. Saber o que significa cada conceito e dominar o conteúdo da arquitetura de informação é uma formação. Já a capacitação se refere a capacidade que um profissional possui para executar uma data tarefa. A capacidade está intimamente associada aos processos psicológicos do indivíduo, em outras palavras, ao comportamento que uma pessoaapresenta frente algum desafio ou problema. Existem aqueles que ao enfrentar obstáculos desanimam edesistem de atingir certos resultados, outros percebem tais dificuldades como motivações para insistir e concluira atividade desejada. Neste sentido a capacidade está na maneira como cada indivíduo lida com seus sentimentos, frustrações e realizações. Ter formação não é a mesma coisa que ser capaz. As vezes algumas pessoas se concentram na formação e esquecem de trabalhar sua capacitação. Em outros casos ocorre o contrario, pessoas capazes ignoram a formação e carecem de conteúdo para a realização de uma determinada tarefa. Formação e capacitação são dois aspectos profissionais que devem caminha juntos, em equilíbrio.

O que é necessário para equilibrar formação e capacitação?
É importante conseguir além do conteúdo formal, desenvolver o hábito de observar seu sentimento/comportamento para identificar no momento que ele ocorre o quanto tal sentimento é prejudicial ou favorável na execução de uma tarefa ou no exercício de uma dada profissão. Este é o caminho inicial na buscada promoção de sentimentos que permitam o exercício consciente e equilibrado de uma profissão. É importante não esquecer que o conhecimento formal orienta como fazer, mas o sentimento é que permite ou não a realização de uma tarefa.

Quais os principais passos que um Arquiteto de Informação deve seguir?
O primeiro passo é definir o projeto do site reunindo toda informação possível através de uma análise do mercado e dos sites concorrentes, aprofundar o conhecimento sobre os usuários e sobre a própria empresa para o qual trabalha entendendo profundamente o produto que irá desenvolver e o comportamento do publico alvo,suas necessidades e temperamentos. Após o levantamento de todas as informações é necessário fixar o custodo projeto, definir os horários de trabalho e quem participará da equipe, organizar as áreas de atuação de cada membro. Ao final do primeiro passo será preciso planejar quais os testes serão aplicados aos usuários no intuito de compreender melhor o publico alvo do site.

No segundo momento cabe ao Arquiteto de Informações desenvolver a estrutura do site, direcionar o conteúdo, mapear o site, determinar sobre a navegação e etiquetas, desenvolver o protótipo e criar os cenários de usuários.
No terceiro passo ocorre o projeto visual do site com a criação dos templates e estilo de designer, teste de fluxo e funcionalidades e obtenção do feedback dos usuários.
Por último o lançamento do site na web.

O que é abordagem centrada no usuário?
Na Arquitetura da Informação o principal objetivo do arquiteto é organizar as informações para que o usuário possa tirar o máximo beneficio de um site. Neste sentido o usuário é a figura central de qualquer projeto de Arquitetura de Informação e o foco é sempre o da usabilidade.

O que significa o termo usabilidade?
Usabilidade é um termo inicialmente usado na psicologia cognitiva com um substituto da expressão Userfriendly e passou a ser usado na Arquitetura de Informação sinalizando que um produto deve ser capaz de promover a facilidade de aprendizagem, rapidez no desempenho da tarefa, baixa taxa de erro, interface adequada e satisfação subjetiva do usuário.

Quais são as metas da usabilidade?
Basicamente a usabilidade busca atingir seis metas distintas, isso significa promover a eficácia,eficiência, segurança, utilidade, memorização e aprendizagem através do uso de um determinado produto,aplicativo ou site.

Historicamente o termo "arquitetura da informação" é atribuído a Richard Saul Wurman. Wurman enxerga a arquitetura assim como ela é "usada por arquitetos de palavras de política externa".
A arquitetura tradicional (voltada para a construção civil) é conceituada como a arte ou técnica de projetar e edificar ambientes habitados. Como atividade humana, ela existe desde que o homem passou a se abrigar das intempéries, e tem evoluído à medida que ganhou importância o design do ambiente construído, buscando-se a organização de espaços físicos.
Nos tempos atuais, um novo tipo de arquitetura tem sido necessário, sobretudo em grandes organizações. Lidando com estruturas digitais de informação e software, ao invés de estruturas físicas de alvenaria, a Arquitetura de Informação consiste no design de ambientes informacionais compartilhados e resistentes à entropia, que vem a ser o estado de desordem natural de qualquer sistema, na ausência de uma força organizadora.

Muitos dos artigos publicados sobre esse tema apontam o design de interfaces ou a estruturação de sítios na Web, como o seu principal foco. Entretanto a interface é uma janela para a informação. Até mesmo a melhor interface só é tão boa quanto a informação por trás dela. O oposto também é valido: até a informação mais compreensivelmente formatada só será tão útil quanto a sua interface. Assim, embora mutuamente dependentes, essas disciplinas não são a mesma coisa, nem tampouco estão contidas integralmente uma na outra.

Não por acaso, a Arquitetura de Informações guarda muitas semelhanças com aquela sua ancestral. A principal delas é a característica de ser centrada no ser humano: como a informação só pode existir em "comunidades de sentido", a Arquitetura de Informações trata primeiramente de pessoas, buscando assegurar-lhes conforto e, somente depois, de tecnologia.

Com esse objetivo, faz-se necessário, por exemplo, o estabelecimento de padrões capazes de homogeneizar o significado de palavras, expressões e símbolos utilizados em todo o ciclo de produção das soluções de tecnologia da informação. Um vocabulário controlado contribui muito para minimizar as barreiras de entendimento, proporcionando um meio eficiente e confiável para a troca de informações.
Nas organizações situa-se no domínio dessa disciplina a responsabilidade por manter a "visão do todo", assim materializada no modelo arquitetural das informações corporativas voltadas ao atendimento das necessidades dos clientes, acionistas e sociedade, considerando o movimento do mercado e em conformidade com órgãos reguladores.

Com encontrar a melhor usabilidade?
É aconselhável identificar o contexto do usuário e depois aplicar questionários, registrar logs de atividades criando um diário de uso e monitorando o desempenho do site para cada usuário. 

Questionário de avaliação da satisfação do usuário e das dificuldades com o site pode ser um bom início no intuito de melhorar a usabilidade.

Análise Heurística, card sorting e protótipos em papel são exemplos de testes de usabilidade.

O que é uma análise Heurística?
Heurística é um método de avaliação de usabilidade que conta com uma lista de critérios que constituem os princípios gerais da usabilidade. Basicamente uma análise heurística avalia se o site possui boa usabilidade e designer.

O que é o card sorting?
O card sorting é um método de teste que consiste em entregar para o usuário uma pilha de cartões que representam o conteúdo do site e o usuário vai organizar conforme entende ser adequado.

Como se faz os protótipos em papel?
Basicamente se faz desenhos a mão ou ainda, recorta-se o papel e se cria uma organização dos dados de forma criativa como a elaboração de um fichário com papel recortado, etc.

Quais são os principais componentes da Arquitetura de Informação?
Basicamente quatro componentes que possuem regras próprias podem ser entendidos como os principais meios de pensar um site.

1 – Organização: Determina como é apresentada a organização e categorização do conteúdo de um site.

2 – Rotulação: Define os menus e ícones que cada elemento informativo dentro do site deve possuir.

3 – Navegação: Especifica formas de se mover dentro do site.

4 – Busca: Determina a relação entre as perguntas do usuário e as respostas do banco de dados dosite.

Existem categorias de organização para navegação de um site?
Na navegação é consenso dividir esta em global, local, contextual e suplementar.

Global é a navegação que apresenta de forma ampla e geral o site como os links sobre a instituição,contato, setores do site ou categorias, etc. Geralmente fica no rodapé ou cabeçalho de um site.

Local é a navegação que leva para as subseções do site e a navegação contextual permite o acesso em áreas que se entrelaçam no site, temas relacionados entre si. Já a navegação suplementar é o conteúdo de apoio como a busca, índice, mapa do site, etc.

Quais procedimentos podem melhorar a relação entre usuário e computador ou site?
Pode ser interessante observar nove regras universais para sites de sucesso.

1 - Manter consistência de layout é altamente favorável para melhorar a experiência do usuário. Neste sentido as cores, tipologia, menus e diagramação básica devem ser as mesmas em todas as páginas do site.

2 - Manter um conjunto de atalhos no site para os usuários experientes garante maior velocidade de uso e melhora com isso o tempo de resposta do site.

3 – Diálogos e textos com inicio, meio e fim garante a qualidade da interatividade do site. Toda atividade deve conter mensagens sinalizadoras sobre o sucesso do comando ou click efetuado pelo usuário.

4 – Retroalimentação é importante para manter um feedback sobre as ações do usuário. Em eventos mais demorados criar um sinalizador que indique que o computador está processando a informação ou ainda uma barra de evolução quando um arquivo em flash está sendo carregado e assim por diante. Estes são mecanismos de retroalimentação.

5 – Prevenir possíveis erros do usuário também precisa ser contemplado em qualquer software ou site.Nestes casos quando o usuário efetuar algo que não corresponde ao funcionamento do site ou aplicativo é necessário emitir um alerta para indicar o erro.

6 – Manter sempre um botão ou menu de retorno para o acesso anterior. Como o botão/seta voltar nos navegadores. O usuário poderá reverter uma ação anterior.

7 – Sempre manter o usuário no controle do aplicativo ou site. Coisas que disparam sem umaautorização do usuário são geralmente consideradas como irritante justamente por tirar o controle de quem navega no site e empurrar uma ação indesejada.

8 – Considerar o limite de memória das pessoas é importante para manter o usuário no controle.Normalmente uma pessoa consegue guardar na memória os últimos dois ou três passos depois disso não é possível recordar quais os procedimentos foram efetuados. Mantenha sempre uma lista de links que identifique os passos do usuário no site.

9 – Para qualquer site focado em um público-alvo é necessário conhecer profundamente asnecessidades dos usuários de um determinado site. Atender estas necessidades é o principal objetivo de um projeto centrado no usuário.


Quais são as principais áreas e teorias que contribuem para a Arquitetura de Informação?
São muitas as áreas e teorias que alimentam o conhecimento e fundamentações do arquiteto de informação. Com o foco no comportamento do usuário o arquiteto de informação busca os conhecimentos da neurociência, psicologia, neuropsicologia, educação, filosofia, sociologia, antropologia e muitas outras áreas do saber.

O sociólogo Zygmunt Bauman defende que a evolução social ocorre em um processo de superficialidade onde a ansiedade produz um comportamento nas pessoas que interagem superficialmente com outras pessoas e objetos. Neste sentido o usuário é entendido com alguém que presta pouco atenção e age de forma ansiosa frente a máquina, sites e aplicativos. É aconselhável ao arquiteto iniciante ler o livro Modernidade Liquida de Zygmunt Bauman. Outro livro que trata diretamente sobre a ansiedade é o trabalho de Richard Saul Wurman Sobo título Ansiedade de Informação. Wurman fala diretamente aos arquitetos de informação e busca esclarecer como transformar informação em compreensão.

No caso da neuropsicologia e neurociência um autor interessante que adota linguagem de fácil compreensão e busca esclarecer algumas questões do comportamento neurológico é o autor Steven Pinker. Entre os seus trabalhos se destaca o livro Do que é feito o pensamento. Neste livro Pinker sinaliza que o pensamento ocorre em eventos cognitivos que influenciam em larga escala o comportamento humano e amaneira como nos comunicamos. Outro autor que pode ser interessante para o arquiteto iniciante é o neuropsicólogo Bruce M. Hood e seu livro Supersentido. Neste livro Hood tenta esclarecer o motivo pelo qual acreditamos no inacreditável. O autor apresenta um panorama sobre o comportamento humano baseado em crenças nem sempre racionais.

Ao conversar com a educação o arquiteto poderá encontrar relevante contribuição na obra de Edgar Morin conhecida como a teoria da complexidade ou pensamento complexo. Nesta teoria Morin defende que a incerteza faz parte do paradigma da complexidade como uma abertura de horizontes, e não como um princípio que imobiliza o pensamento. Pensar de forma aberta, incerta, criativa, prudente e responsável é um desafio à própria democracia. Daí a noção de democracia cognitiva, que visa estabelecer o diálogo entre as diversas formas de conhecimento. Este é o caminho do pensamento complexo, um caminho que, embora tenha diversos princípios, oriundos da antiguidade, da modernidade e da pós-modernidade, é um caminho que se faz no seu próprio transcurso, no seu próprio fazer e repensar-se continuamente. Neste sentido o estudo da complexidade proposta por Morin é interessante ao arquiteto uma vez que pensar de forma aberta, incerta, criativa, prudente e responsável é um desafio da própria arquitetura de informação.

Numa vertente Darwinista Neural o filósofo Daniel Dennett contribui para a arquitetura de informação ao esclarecer o conceito de sistema intensional proposto no livro Brainstorms. O autor argumenta que é possível pensar qualquer evento de diversas maneiras possíveis, entre elas, através da observação pautada pela pergunta sobre o funcionamento, pela utilidade ou ainda pela intencionalidade de um sistema ou ocorrência. Ao colocar no centro da questão diversas formas de observar um objeto Dennett esclarece como ocorrem as variadas interpretações e comportamentos humanos.

Entre os argumentos de Dennett está o fato de cada interpretação humana não corresponder necessariamente com a realidade e sim com a necessidade do indivíduo. Em outras palavras, a interpretação de uma pessoa sobre um dado evento é geralmente pautada em uma necessidade psicológica.

Outra possível contribuição para a arquitetura de informação esta Ludwig Wittgenstein e sua noção de linguagem social. Para WIttgenstein todo indivíduo pensa e age sob influência de sua própria linguagem.Observar como as pessoas usam e aplicam o significado das palavras em seus diálogos permite compreenderas diversas formas de estruturar o pensamento. Embora Wittgenstein não trate diretamente sobre questões da arquitetura de informação, é possível abstrair que, compreender o usuário através da observação do uso que este faz dos sites, tecnologias e aplicativos é a melhor maneira de entender como projetar uma melhor usabilidade.

As teorias acima e seus autores são apenas uma pequena parcela do universo de conhecimentos disponíveis em outras áreas para o livre acesso dos arquitetos de informação.

Ao projetar um site o que deve o arquiteto ter em mente?
Na fase de planejamento e projeto é muito importante manter o foco no contexto, conteúdo e comportamento do usuário. Entende-se como contexto o objetivo do site, as estratégias pretendidas, as técnicas que serão aplicadas e a cultura organizacional proposta. Já no caso do conteúdo é importante levantar os tipos de conteúdos que serão usados e as tecnologias necessárias para manter a qualidade do site ao facilitar o acesso aos tipos de conteúdos. Quanto ao comportamento do usuário, praticar testes de usabilidade e prevenção de erros, fundamentar e dialogar com outras áreas do saber são ações fundamentais para um bom projeto arquitetônico.

Qual literatura ou site pode ser interessante para o iniciante em Arquitetura de Informação?
Quem deseja iniciar na área poderá encontrar uma boa introdução sobre o tema no livro Ergodesign e arquitetura de informação, autoria do Luiz Agner. Na confecção de projetos e na aplicação de metodologia e técnica focada na arquitetura de informação é aconselhável a leitura do livro de titulo Arquitetura da informação,escrito pelas autoras Silvana A. B. G. Vidotti e Liriane S. A. de camargo. Neste livro as autoras abordam deforma simples e completa, como organizar e produzir arquitetura de sites web.
Um site interessante que é referência quando o assunto é a Arquitetura da Informação está no endereçohttp://iainstitute.org/pt/ onde é possível encontrar artigos e vasto conteúdo sobre o tema.

Um arquivo em pdf esclarecedor pode ser baixado em http://www.stf.jus.br/arquivo/sijed/07.pdf e para buscar os debates atuais pode ser interessante acessar o site do encontro brasileiro de arquitetura da informação em http://www.congressoebai.org/

Quais são os passos na arquitetura de um site?
Os passos na arquitetura de um site seguem as etapas de Levantamento de Requisitos, organização das funcionalidades, da estrutura, do conteúdo, da navegação e do visual.

Qual a importância do levantamento de requisitos e seus principais itens?
O levantamento de requisitos é o momento de organizar todas as necessidades que envolvem a construção do site e seu significado. 


Fontes: BlogdoJSilva, Wikipedia, 

Tags: Arquitetura da Informação, arquitetura, informação, Jeferson Luís da Silva, Zygmunt Bauman, Wurman, Pinker, Edgar Morin, Dennett, Wittgenstein, 



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